A jabuticaba (do tupi “iapoti kaba” que significa “frutas em botão”), para o orgulho dos brasileiros, é uma fruta silvestre 100% brasileira, típica da Mata Atlântica. É encontrada nas regiões tropicais, do Norte ao Sul do país, e são três as espécies cultivadas. A jabuticaba-sabará (Myrciaria cauliflora) é a mais saborosa, cujos frutos são de tamanho médio.
Existem cerca de 12 a 15 diferentes espécies de jabuticaba. A mais comum delas é a Sabará, sendo essa espécie, grandemente produtiva e a mais apreciada. Além dessa, outras espécies muito cultivadas são a Paulista, Branca, Rajada e Ponhema.

As vitaminas do complexo B e C podem ser encontradas na jabuticaba além de minerais como ferro, cálcio e fósforo.

100g de jabuticaba possui cerca de 45 calorias.

As bolinhas de casca com tom que vai do roxo-claro ao escuro, quase preto, forram até os ramos mais baixos ao alcance de uma braçada. Além de consumida in natura, a jabuticaba pode ser aproveitada para o preparo de geléias e licores.

Benefícios da jabuticaba

•Combate o reumatismo
•Garante o fortalecimento do sistema imunológico
•Combate a queda de cabelo
•Auxilia no combate a problemas de pele
•Auxilia na eliminação de toxinas do organismo
•Contém fibras que auxiliam na redução do colesterol




Utilizações na culinária

•Sucos
•Vinhos
•Geléias
•Doces
•Licores







Algumas informações importantes sobre a ação da jabuticaba no nosso organismo:




saiba mais clicando no link do site http://www2.uol.com.br/vyaestelar/holismo_jabuticaba.htm





"As antocianidinas pertencem à classe dos bioflavonóides (compostos amplamente distribuídos no reino vegetal, descobertos em 1936, que apresentam ação semelhante à vitamina C; também denominados vitamina P), que conferem às plantas, frutas e flores uma cor que varia do vermelho ao azul. Dentre os grupos de bioflavonóides, encontram-se as pró-antocianidinas, precursoras das antocianidinas. As pró-antocianidinas são atóxicas, solúveis em água e facilmente encontradas nos vegetais; as mais ativas são aquelas extraídas da casca dos pinheiros (patenteada na França, em 1951) e das sementes da uva (também patenteada na França, em 1970).

Nas últimas duas décadas, inúmeros estudos e pesquisas contribuíram para uma melhor compreensão a respeito das pró-antocianidinas. Experiências em laboratórios demonstraram que as antocianidinas são, aproximadamente, 50 vezes mais potentes do que a vitamina E e 20 vezes mais do que a vitamina C. Outros estudos realizados com animais e seres humanos demonstraram que esses compostos apresentam propriedades antioxidantes, capazes de reduzir e combater os radicais livres (moléculas altamente instáveis e reativas que se ligam às células, responsáveis por diversos processos patológicos: inflamações, intoxicações, infarto do miocárdio, doenças degenerativas, câncer e envelhecimento).

São inúmeros os benefícios das antocianidinas: protegem e estimulam a reparação dos tecidos ricos em colágeno – principal proteína da pele, responsável pela firmeza e elasticidade – (como as paredes das artérias, conferindo proteção contra a aterosclerose) e, conseqüentemente, previnem e combatem as rugas; reduzem a produção de histamina (o que aumenta a resistência do organismo contra a agressão de certas substâncias mutagênicas), o colesterol comum e o LDL (o mau colesterol) e os radicais livres; "



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